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- Monsaraz ilustrado (por Carlos Dias)
- Noite de Fados em Monsaraz (por Manuel Manços)
sábado, 24 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Monumentos em Monsaraz
Igreja de Nossa Senhora da Lagoa
Contemporânea do repovoamento cristão de Monsaraz, a primitiva
igreja foi construída na segunda metade do séc. XIII. Foi sempre o templo mais
importante da vila e a referência mais antiga que se lhe conhece, datando do
tempo de D. Dinis.
Desapareceu durante o reinado de D. João I para se erguer o novo templo. Este facto teve na sua origem o surto de Peste Negra, que assolou a Europa durante a Idade Média. As reduzidas dimensões do primitivo edifício não permitiam o sepultamento do incontável número de moradores de Monsaraz, vitimados pela epidemia e, portanto, decidiu-se construir uma nova Matriz.
Desapareceu durante o reinado de D. João I para se erguer o novo templo. Este facto teve na sua origem o surto de Peste Negra, que assolou a Europa durante a Idade Média. As reduzidas dimensões do primitivo edifício não permitiam o sepultamento do incontável número de moradores de Monsaraz, vitimados pela epidemia e, portanto, decidiu-se construir uma nova Matriz.
A construção actual que data do séc. XVI, mais precisamente de
1561, é do tipo igreja-salão à maneira renascentista. Possui três naves
apoiadas em quatro colunas, sem transepto e com o eixo orientado a Nascente.
O altar-mor, em boa talha dourada, apresenta duas grandes
esculturas em madeira, de Sto Agostinho e Sta Mónica, oriundas do Convento dos
Agostinhos descalços da Orada, fundado em 1579, nos arrabaldes de Monsaraz.
No seu interior tem ainda o túmulo, em mármore de Estremoz ,
de Gomes Martins Silvestre, primeiro Alcaide e povoador de Monsaraz. Pertence
ao conjunto de obras de escultura medieval produzidas pela escola de Tombiers
em Évora. O frontal insculturado representa um cortejo fúnebre e num dos topos
figura uma cena de falcoaria, alusiva à actividade do cavaleiro templário.
Texto: CMRM
Foto: António Caeiro
sábado, 17 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Monumentos em Monsaraz
A Ermida de Santa Catarina fica situada nos arredores de Monsaraz, a cerca de 800 metros da localidade do Telheiro, e destaca-se pela sua singular estrutura acastelada, que vários autores atribuem a uma filiação templária, pois segundo alguns registos foi edificada pelos monges-cavaleiros da Ordem do Templo que participaram na reconquista da praça-forte de Monsaraz. Está localizada no lado nascente do sopé da colina, e tem a forma de torre hexagonal com 5,50m X 5,30 m de medidas interiores.
A fachada apresenta um modelo simples, aberto no registo inferior por um portal de moldura recta, sobre o qual foi rasgado um óculo. O espaço da abside é rematado por um conjunto de merlões que forma uma torre, construída já no século XVI. No séc. XVII, provavelmente, foi acrescentado o corpo da nave, construído em alvenaria e com telhado de duas águas.
No interior, a nave apresenta um espaço amplo com arco românico que permite o acesso à abside. Esta é coberta por cúpula ogival, sob a qual foi rasgado um conjunto de arcos de volta perfeita rematados por friso denticulado.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Monumentos em Monsaraz
. Pelourinho de Monsaraz
Monsaraz teve primeiro foral dado por D. Afonso III, em 1276, e
Foral Novo manuelino, em 1512. O seu pelourinho constitui o símbolo da
jurisdição e da autonomia do concelho, no entanto, é já de factura
oitocentista, construído em mármore branco da região.
Monsaraz teve primeiro foral dado por D. Afonso III, em 1276, e
Foral Novo manuelino, em 1512. O seu pelourinho constitui o símbolo da
jurisdição e da autonomia do concelho, no entanto, é já de factura
oitocentista, construído em mármore branco da região.
É
composto por um soco de três degraus quadrados de parapeito, sobre o qual se
ergue o conjunto da base, coluna, capitel e remate. A base consta de um
paralelepípedo ao alto, com molduras lavradas nas faces, onde assenta a coluna.
Esta é de fuste liso, de secção circular, ligeiramente mais estreito no topo.
O capitel, compósito, é delicadamente lavrado, e sustenta uma roca decorada com
caneluras e motivos vegetalistas, estes últimos vazados. A roca é encimada por
um pináculo bojudo, com folhas de acanto.
Informação CMRM
Fotos: António Caeiro
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