terça-feira, 29 de agosto de 2017

A LENDA DOS ALOENDROS

Reza a lenda que um jovem cavaleiro português e alentejano, filho do Conde do Monte Esporão, chegou decidido a conquistar Monsaraz. O rei Arabe tinha uma filha chamada Alandra. O jovem cavaleiro e a jovem princesa moura enamoraram-se.
Estávamos na época da conquista do nosso território aos Mouros. Os Portugueses queriam entrar nas muralhas de Monsaraz e Alhandra ajudou o jovem Conde do Monte Esporão a entrar, sob a condição de ele não matar nem mulheres, nem crianças e em troca poderia tê-la a seu lado.
O cavaleiro cumpriu o prometido. Quando chegou a casa em vez da princesa prometida, estava ali enviado pela princesa um lindo ramo de aloendros vermelhos. o jovem Conde do Monte Esporão, perdidamente apaixonado, chorou e de seus olhos brotaram lágrimas de sangue pela amargura de ter perdido o seu amor.
Dizem que o rei mouro preferiu matar a filha. Alandra, que ficou para sempre encantada no alandroeiro, ou alandro, ainda hoje vive na rua transversal em frente à Igreja Matriz.





Pesquisa de Ana Maria Saraiva
Foto: António Caeiro


sexta-feira, 25 de agosto de 2017

CURIOSIDADES E SEGREDOS DE MONSARAZ: medidas

Na Porta da Vila, no dorso da ombreira, vislumbram-se a vara e o côvado, medidas usadas na época medieval. 

Vara 
Utilizada no Império Romano, chamada Pertica, valia 10 pés de comprimento, equivalente a, aproximadamente, 2,96 metros. Em Portugal e no Brasil, até à introdução do sistema métrico, a Vara era a unidade básica de medidas lineares, valendo 5 palmos de craveira, ou seja 1,1 metros. 

Côvado 
Medida de comprimento que foi usada por diversas civilizações antigas. Era baseado no comprimento do antebraço, da ponta do dedo médio até o cotovelo. Ninguém sabe quando esta medida entrou em uso. O côvado era usado regularmente por vários povos antigos, entre eles os babilônios, egípcios e hebreus. O côvado real dos antigos egípcios media 53cm. O dos romanos media 44,5cm.




texto e imagem: António Caeiro

sexta-feira, 23 de junho de 2017

À Soalheira, o Alentejo e as suas Sonoridades…

 

PORTAL DO TEMPO | #30 | 23.06.2017
À Soalheira, o Alentejo e as suas Sonoridades…
Emissão do Portal do Tempo inteiramente dedicada ao ALENTEJO.

00. intro
01. Grupo Coral dos Mineiros de Aljustrel ◊ Hino dos Mineiros
02. GAC Vozes na Luta ◊ o Alentejo é um Jardim
03. Os Vocalistas ◊ É tão grande o Alentejo
04. Gaiteiros de Lisboa ◊ A Ribeira de Sol Posto
05. Os Ganhões de Castro Verde ◊ Camponês Alentejano
06. Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz ◊ Hino ao Alentejo
07. Grupo Coral os Camponeses de Pias ◊ Dás Pão
08. Adiafa ◊ Não quero que vás a monda
09. Ronda dos Quatro Caminhos ◊ Gota de Água
10. Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz ◊ Linda Jovem era Pastora
11. IX Encontro de Culturas Dia do Cante em Serpa ◊ …
12. Grupo Coral de Beja ◊ Quando eu era Ganhão
13. gravado na Taberna Típica “O Lucas”  em Cuba ◊ …
14. Brigada Victor Jara ◊ Ao romper da Bela Aurora
15. Grupo Banza ◊ Montinho
16. Grupo Coral de Cantares de Portel ◊ Laranja da China
17. Os Bafos de Baco ◊ Os Guardas bateram (gravado na Taberna Típica “O Lucas”  em Cuba)
18. Grupo Coral Os Bubedanas ◊ É Tão Grande o Alentejo